Elevar o padrão da categoria localmente.
O varejo regional brasileiro tem um padrão visual previsível — fotografia retocada, gradientes, tipografia em destaque promocional, paleta saturada genérica. É previsível porque funciona: comunica oferta, vende ingresso. Mas o teto de aspiração visual é baixo, e o público acaba consumindo um padrão estético muito abaixo do que vê em revistas, marcas globais ou nas próprias redes.
E se uma campanha de Dia do Cliente em Marília parecesse capa da New Yorker?
Não para ser uma referência distante e inacessível — mas para mostrar que a cidade merece o mesmo cuidado estético que uma metrópole. A escolha pela linguagem de Malika Favre foi específica e técnica, não estética por acaso:
R·01
Geometria limpa
Funciona em formatos diversos, do banner físico ao post de Instagram, sem perder definição.
R·02
Paleta restrita
Reconhecimento imediato à distância — crítico para um banner suspenso em corredor de shopping.
R·03
Estilo editorial
Comunica "premium" sem escrever "premium". A própria forma já é o argumento.